Partes das costas: conheça as suas moléstias

Mar 10, 2022 | SAÚDE, PRODUTOS | 0 comments

Quantas vezes já acordou sem entender bem que parte das costas é que lhe estava a doer? Não se preocupe, é algo bem normal de acontecer. 

As quatro grandes zonas das costas 

A zona lombar

Uma das dores mais comuns entre a população produz-se nesta parte baixa das costas. Também conhecida como lombar, como o seu próprio nome indica, produz a tão temida lombalgia. Ou, por outras palavras, distensões musculares que provocam dores graves. E, em certas ocasiões, estas lombalgias podem acabar por se converter em ciáticas, quando baixam até às pernas. 

Ao tratar-se da zona dorsal que mais movimento suporta, transforma-se também na que mais lesões sofre. 

A zona cervical

Como o seu próprio nome indica, falamos do pescoço. Sem dúvida, um dos protagonistas do nosso estado físico, e o que mais pode sofrer, quando não escolhemos a almofada correta. Trata-se da parte do nosso corpo que trabalha para suportar a cabeça e, portanto, proteger todos os nervos que baixam do nosso cérebro até ao resto do corpo. 

O pescoço está formado por umas vértebras com propensão para sofrerem dores, sempre e quando os nossos movimentos não sejam os mais adequados. As lesões mais habituais são torcicolos (quando o deixamos em más posições), dormências, formigueiros, e a tão temida hérnia de disco cervical.

A zona dorsal

Falamos da dúzia de vértebras que se encontram na parte superior das nossas costas. A sua união forma o que se conhece como coluna dorsal, uma zona que limita os movimentos e que, juntamente com as costelas, se transformam numa espécie de proteção para coração e pulmões.  

A zona sacra

Possivelmente, a mais desconhecida das nossas costas. Encontra-se entre o lado posterior das pélvis, e a mencionada zona lombar. É formada por um osso que ajuda a coluna vertebral, justamente nessa zona mais inferior.

As suas dores são mais habituais entre as mulheres, e são conhecidas como disfunção da articulação sacroilíaca. Ou seja, a dor que se produz quando, uma vez mais, forçamos os seus movimentos.